5 de fevereiro de 2010
4 de fevereiro de 2010
Veja antes aqui
Repare nas interpretações shakspereanas, nos figurinos, nos efeitos sonoros... É Oscar na certa!
Poesia de quinta, em homenagem

Trecho de “Pra cima com a viga, moçada!”, J D Salinger
“Mas o que acho que mais comumente se ouve, pelo menos nestes tempos, sobre o curiosamente-produtivo-porém-doente poeta ou pintor, é que ele é, invariavelmente, uma espécie de superdotado mas também sem dúvida alguma um neurótico “clássico”, uma aberração que só de vez em quando, e nunca em grandes oportunidades, quer se ver livre de sua aberração; ou, em linguagem clara, um louco que não raramente, embora digam que ele infantilmente o nega, dá gritos terríveis de dor, como se todo o coração deixasse escapar ambas, a sua arte e a sua alma, só para experimentar o que em pessoas normais passa por bem-estar, e ainda (pelo que se diz) quando o seu pequeno quarto é invadido e alguém – frquentemente, nestes casos, alguém que o ama – lhe indaga apaixonadamente onde é a dor, ele ou declina ou parece incapaz de discuti-la em qualquer nível clinicamente construtivo e, de manhã, quando até os grandes pintores e poetas sentem-se presumivelmente mais leves do que o normal, ele está mais do que nunca perversamente determinado a deixar que o mal siga seu curso.”
“Mas o que acho que mais comumente se ouve, pelo menos nestes tempos, sobre o curiosamente-produtivo-porém-doente poeta ou pintor, é que ele é, invariavelmente, uma espécie de superdotado mas também sem dúvida alguma um neurótico “clássico”, uma aberração que só de vez em quando, e nunca em grandes oportunidades, quer se ver livre de sua aberração; ou, em linguagem clara, um louco que não raramente, embora digam que ele infantilmente o nega, dá gritos terríveis de dor, como se todo o coração deixasse escapar ambas, a sua arte e a sua alma, só para experimentar o que em pessoas normais passa por bem-estar, e ainda (pelo que se diz) quando o seu pequeno quarto é invadido e alguém – frquentemente, nestes casos, alguém que o ama – lhe indaga apaixonadamente onde é a dor, ele ou declina ou parece incapaz de discuti-la em qualquer nível clinicamente construtivo e, de manhã, quando até os grandes pintores e poetas sentem-se presumivelmente mais leves do que o normal, ele está mais do que nunca perversamente determinado a deixar que o mal siga seu curso.”
3 de fevereiro de 2010
2 de fevereiro de 2010
Poluição
Notícias Relacionadas:Nana Gouvêa faz ensaio com o pôr do sol de cenário
Oba! Nana Gouvêa também volta a praia!
Veja Nana Gouvêa em versão frente e verso em praia do Rio
Adivinha onde Luana Piovani passou a tarde? Na praia!
Ana Paula Tabalipa curte praia com os filhos no Rio
Nicole Bahls brinca com cachorro no mar da praia da Barra da Tijuca
Mirella Santos (só para variar) vai a praia no Rio
O de sempre: Mirella Santos vai a praia no Rio. Novidade: desta vez, com Latino!
Etc. Etc. Etc.
E seu pudesse eu matarra mar mil!

De acordo com reportagem do "New York Times", quando um idoso residente está prestes a morrer, o gato, conhecido como Oscar, vai até seu quarto, deita-se a seu lado - até mesmo com os residentes nos quais ele não mostrava muito interesse até então - e ronrona.
-----------
Dom o caramba!!! Corre lá avisar que o bichano tá eliminando os locais pra tomar conta da boca!
Assinar:
Postagens (Atom)









