9 de maio de 2010

Criatividade para usar e abusar


Mais cafona do que concurso de miss, só desfile de traje típico em concurso de miss. Aqui você pode ver vários exemplares da capacidade criativa dos estilistas/carnavalescos que criaram vaqueiras, garças-brancas, araras azuis e até cerâmica marajoara para dar contorno à beleza da mulher brasileira. Acima, uma de minhas favoritas. Uma roupa com dupla utilidade: tanto você pode dizer que está fantasiada de passista de escola de samba, como de ativista dos direitos da mulher. Bate que eu gosto!

Hoje é dia das mães

Trouxe uma flor para você...

Mas eu comi...

6 de maio de 2010

Machalhada no bad romance

Plantão médico

Puxa! Que Demora Na Análise.

Dia das Mães

Tô sentindo uma vibe Regina Dirce e boto fé que ela ainda vai envergonhar muito o Sr. Gold. O próximo passo é ir no Superpop.

Sinto que isso vai feder pelos seguintes motivos:
Ela está de cara - "...e eu estou meio de cara". É astróloga: "...no momento e estou aceitando qualquer coisa... Dou aulas de dança, sou escritora, astróloga". E, por fim, quer se mandar do país e viver no bem bom: "Ao invés de uma casa, a mãe do campeão do BBB 10 gostaria que o lutador lhe chamasse para ir morar no Rio de Janeiro ou lhe desse dinheiro para viajar e morar em Nova York"... E é bem regra isso: mãe que faz ensaio sensual e quer sair do país é porque tem a ambição correndo nas veias e ninguém mais segura ela aqui.
Eu como bom inimigo de homofóbicos e broncos em geral já tô com minha agenda noturna toda reservada que é pra não perder o próximo na mira da mídia, sempre com conteúdos arrebatadores. Corre pra fama, Rose Proto Alegre. Vem pra cá, vem conquistar teu milhão.

Poesia de quinta, em homenagem

Mães judias, Luis Fernando Veríssimo

Diz que quatro mães judias se encontram no céu. Como não podia deixar de ser, a conversa toda é sobre os filhos.
- Não posso me queixar – diz a primeira. – Meu filho, até hoje, só me deu felicidade. Um santo. E na Terra, por causa dele, todo mundo só fala em caridade, em virtude, em bons sentimentos.
- Seu filho é...? – pergunta a segunda.
- Jesus Cristo! – diz a primeira. E, inclinando-se para a frente, em tom confidencial e com um gesto que indica tudo em volta: - O dono disto aqui.
- Não é o pai dele?
- Bem... É da família.
- Agora, alegria, alegria, alegria, quem me dá é meu filho – diz a segunda mãe – Ach, como eu me orgulho dele. Na Terra, por sua causa, todo mundo só fala em justiça, em mudanças sociais, em solidariedade humana.
- Como é o nome dele?
- Karl. Karl Marx.
- Mmmm – fazem as outras, apertando a boca.
- O Shnuga... – suspira a mãe de Marx, lembrando o seu apelido de bebê.
- E o meu filho? – diz a terceira. – Um professor. Este sim é para uma mãe se orgulhar. Inteligeeeeeente! Um crânio. Na Terra, por causa dele, todo mundo só fala do Universo, na relatividade, nos buracos negros...
- Quem é ele?
- O Beto.
- Beto?
- Einstein.
- Ah.
Falta falar a quarta mãe e as outras três se viram para ela.
- Eu nem quero falar porque vocês vão ficar com inveja de mim – diz ela.
- Fala.
- Que filho!
- Quem é?
- Um doutor.
- O que foi que ele fez?
- Por causa dele, na Terra, todo mundo só fala na mãe.
E a mãe de Freud fica sorrindo, deixando-se admirar pelas outras três. Filho era aquele!

5 de maio de 2010

Ufa

Pelo menos por hora não teremos ataques terroristas iguais aos de 11 de setembro.