2 de julho de 2010

Mais um

Olha Su. Com essa cara orgástica e essa pose playboy, fica fria: ele vai levantar a cabeça logo logo e entrar com bola e tudo.

Oh vida, oh azar

Tadinha da Li-Lo. Quando não está tendo seu passaporte sabotado pelo seu pai, ou quando não estão forjando fotos suas com heroína, ou ainda, quando não estão tacando breja na tornozeleira denunciadora de álcool dela, tão dando soco na cara. Torço tanto por essa moça, não sei porque as coisas pra ela são tãããão difíceis.

Wrong

To: Equipe da Globo.com
Pessoal, acho que erraram no link hein? Fiorela, Monique Afradique, Lia e Emanuel? Deem uma olhada nessa Tag que tá linkando pra página errada.
De nada.
Edson

Opinião pessoal:

Torcedores chorosos: vão dar o rabo pra galinha pinicar, beleza? Parem de palhaçada.
Passar bem.
Obrigado.

Família

Se sosse a mulher do Felipe Melo: "Amor, abaixe cabeça".

Bafo na elite paulistana

Ao saber da notícia, Biaggi fez cara de assustado.


Em outras situações, Biaggi também transpareceu o que sentia, só com seu olhar enigmático:

Triste:
Preocupado:


Feliz:

Com medo:
Funny:

Sexta sem sentido

1 de julho de 2010

Thank you very much!

Travécas musicais

Poesia de quinta

Hoje é dia do nosso aniversário! Luana só caminha faz um ano e para comemorar, a última poesia de quinta. Sim, agora a poesia vai aparecer quando quiser e não mais só às quintas. Deixamos aqui nosso presente, que não tem só humor, tem sentimento desse poeta que foi chamado de bicha, de pária, de drogado, e deixou para o mundo suas belas palavras.

Para ler, ouvindo:


Uivo para Carl Solomon, Allen Ginsberg
Eu vi os expoentes de minha geração destruídos pela loucura,
morrendo de fome, histéricos, nus,
arrastando-se pelas ruas do bairro negro de madrugada em busca
de uma dose violenta de qualquer coisa,
"hipsters" com cabeça de anjo ansiando pelo antigo contato
celestial com o dínamo estrelado da maquinaria da noite,
que pobres, esfarrapados e olheiras fundas, viajaram fumando
sentados na sobrenatural escuridão dos miseráveis apartamentos sem água quente,
flutuando sobre os tetos das cidades contemplando jazz,
que desnudaram seus cérebros ao céu sob o Elevado e viram
anjos maometanos cambaleando iluminados nos telhados
das casas de cômodos,
que passaram por universidades com os olhos frios e radiantes
alucinando Arkansas e tragédias à luz de William Blake
entre os estudiosos da guerra,
que foram expulsos das universidades por serem loucos
e publicarem odes obscenas nas janelas do crânio,
que se refugiaram em quartos de paredes de pintura descascada
em roupa de baixo queimando seu dinheiro em cestas
de papel, escutando o Terror através da parede,
que foram detidos em suas barbas públicas voltando por Laredo
com um cinturão de marijuana para Nova York,
que comeram fogo em hotéis mal-pintados
ou beberam terebentina em Paradise Alley, morreram ou flagelaram
seus torsos noite após noite
com sonhos, com drogas, com pesadelos na vigília, álcool
e caralhos e intermináveis orgias,
incomparáveis ruas cegas sem saída de nuvem trêmula e clarão.